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14.3.10

Participação em português no VWBPE 2010

No sábado passado terminou a terceira edição do 'Virtual Worlds Best Practices in Education' (VWBPE) em Second Life®.

Sábado foi dia da participação da comunidade de educadores de língua portuguesa, que se mantém (cada vez mais) activa no metaverse.

Uma vez mais organizada e impulsionada pelo professor brasileiro João Mattar, a sessão em português contou com excelentes comunicações de oradores das Universidades do Porto, Universidade de Aveiro, Universidade Aberta, Unisinos de Rio Grande do Sul, PUC de S.Paulo, PUC do Rio de Janeiro,...

Mais detalhes no blog do professor João Mattar.

Fica uma imagem da apresentação da Universidade do Porto na sessão em inglês com educadores de outras universidades de várias partes do Mundo, que suscitou grande interesse:


4.9.08

Portugueses no Top 20 em SL. Mas quais portugueses?


Como é prática habitual e mensal na Linden Lab, estão disponíveis as estatísticas de utilização de Second Life referentes aos mês de Julho de 2008.

Aqui ficam os números do Top 20, onde Portugal aparece na 13ª posição com cerca de 295.000 horas, correspondentes a 0,85% do total das horas dispendidas inworld pelos 'residentes activos'.

MAS... quando divididas pela população dos mesmos países, o Top 20 muda bastante!
Senão vejamos o resultado dos coeficientes obtidos pela divisão entre o número de horas gastas inworld e o número total de habitantes (não considerada a população activa):

1. Holanda: 0,075
2. EUA: 0,046
3. Alemanha: 0,042
4. Reino Unido: 0,038
5. Canadá: 0,037
6. Suíça: 0,034
7. Dinamarca: 0,033
8. Austrália: 0,032
9. Portugal: 0,028
10. Bélgica: 0,028
11. França: 0,026
12. Espanha: 0,021
13. Itália: 0,020
14. Áustria: 0,019
15. Suécia: 0,018
16. Japão: 0,016
17. Brasil: 0,007
18. Polónia: 0,006
19. Argentina: 0,004
20. México: 0,001

Portugal passaria assim para o 9º lugar, e a Holanda, com uma presença tradicionalmente forte em SL, assumiria a liderança.

Certamente que não foi aqui considerada a taxa de penetração das novas tecnologias em cada país, o que explica, por exemplo, a queda abrupta do Brasil do 6º para o 17º lugar.
Por outro lado, é evidente a supremacia de países mais ricos (com PIB's mais elevados).

Nessa ordem de ideias, porque aparecem os portugueses em 9º lugar? Com uma população activa baixa, um poder de compra paupérrimo e uma taxa de penetração tecnológica mediana na Europa, é de facto estranha a posição do nosso país neste ranking. Um dado para uma reflexão interessante que carece de alguma validação séria e rigorosa.

Numa abordagem especulativa, aconselho a leitura do post e, sobretudo, dos comentários publicados no blog Geta (a propósito da comemoração do 1º ano de presença do BES em SL)...

Pode ser que daí se faça alguma luz sobre quem são alguns dos tais 'residentes activos' portugueses que nos colocariam na 9ª posição que referi!