Mostrar mensagens com a etiqueta reputação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta reputação. Mostrar todas as mensagens

9.10.09

Gartner aconselha 'dress code' para avatares de empresas

A Gartner Inc. publicou recentemente uma Press Release onde aconselha as empresas presentes em mundos virtuais a controlarem os 'seus' avatares institucionais, nomeadamente na definição de um 'dress code' cuidado e específico!

Os consultores de Stamford prevêm que, em finais de 2013, cerca de 70% das empresas terão 'manuais de comportamento' e 'dress codes' definidos para todos os seus empregados que possuam avatares associados à empresa num ambiente virtual.
Esta previsão resulta da convicção da Gartner de que o comportamento e a forma de vestir dos avatares ligados a empresas podem ter implicações danosas para as instituições a que pertencem.

"À medida que a utilização de ambientes virtuais para fazer negócio vai crescendo, as empresas necessitam de saber se os seus empregados estão usar os seus avatares de formas que possam afectar a empresa ou a sua reputação," afirmou James Lundy, vice-presidente da Gartner. "Aconselhamos a definição de códigos de comportamento aplicáveis às circunstâncias em que os trabalhadores representem a empresa, tanto num ambiente real como virtual. Alguns anexos, específicos para mundos virtuais, podem ser acrescentados," disse ainda Lundy.

A Gartner foi mais longe, e identificou seis pontos esenciais que tacticamente as empresas devem seguir para optimizar a utilização dos avatares com propósitos profissionais:

1. Ajudar os colaboradores a controlar os seus avatares
2. Reconhecer que os colaboradores da empresa terão afinidades pessoais com o seu avatar
3. Explicar aos colaboradores os riscos e as responsabilidades da gestão da sua reputação
4. Expandir os códigos de conduta da empresa de forma a incluir os avatares em ambientes virtuais 3D
5. Explorar a importância da utilização de avatares para o negócio
6. Encorajar a experimentação com modelos-piloto


Se, por um lado, a criação e manipulação de avatares em ambientes virtuais são livres e multiplicáveis, por outro lado controlar um avatar 'institucional' começa a ser tarefa séria e complicada!
A isso a reputação 'online' obriga, dizem...

via InformationWeek

20.4.09

Quando Facebook lhe pode dar cabo da vida!

A YourTango (Smart Talk about Love), produziu o brilhante vídeo que se segue!

Fala de como dar cabo da vida em segundos com Facebook, neste caso no meio de uma relação sentimental.

Mais do que de 'gestão de reputação' ou de 'etiqueta', o trabalho da YourTango fala do poder da informação viral que corre nas veias da 'rede' a velocidades estonteantes.

E mostra-lhe como é simples em Facebook (ou noutras redes sociais, blogs, microblogging, mundos virtuais e afins) destruir ou criar heróis...

E se quiser colaborar e prestar mais algumas informações sobre Timmy Gordon, vá até aqui.

Divirta-se... ou engula em seco!




dica: J.L.Orihuela

5.2.08

Reputação... ( II )


A reputação e a gestão da visibilidade em Second Life, também terão sido pensados pela Linden Lab? Ou será a opção Profile aquilo que em SL mais se parece com as redes sociais online (Facebook, Hi5,...)?

A visita ao 'perfil' de um avatar, quando o conheço pela primeira vez, é quase um acto irreflectido.
Mais do que para perceber qual o perfil da 'pessoa' que o avatar representa, essa consulta é do tipo 'diz-me com quem andas...'.
Muitas das vezes, a maioria dos campos estão por preencher! Frustrante para quem quer perceber de imediato o outro avatar... Felizmente existem os grupos! Os grupos (aos quais todos (avatares) invariavelmente pertencemos quanto mais não seja para podermos participar em determinadas acções) são a frágil ligação com o 'mundo' em SL.
Consultar os grupos a que o desconhecido avatar pertence, diz, por vezes, mais do que aquilo que queremos saber. Às vezes informação incongruente e pouco conclusiva, mas sempre indiciadora da forma como o personagem se 'liga' à 'rede'.
Gerir a reputação do avatar, passa por um cuidadoso preenchimento da janela do 'perfil', e dos grupos de que o avatar faz parte.
Neste aspecto, o papel do 'perfil' corresponde à página de um qualquer Hi5. Só não está presente a rede de amigos, de amigos dos amigos, e por aí fora... Mas depressa lá se chega, basta para isso consultar os grupos a que o avatar faz parte, as suas temáticas, e os seus 'colegas' de grupo...

Por isso, se a opção for, como dizia ontem, a de surpreender... não se esqueçam de cuidar dos vossos profiles e dos groups de que fazem parte!

4.2.08

Reputação... ( I )


De uma das minhas visitas regulares ao blog dos meus amigos da Manfatta, de Barcelona, chamou-me a atenção este post, que transcrevo parcialmente:

"Prejuízo da Reputação: o risco principal para uma empresa!

Segundo um estudo realizado em finais de 2007 pela Aon, um fornecedor de serviços de seguros e gestão de riscos, o risco principal de um negócio é o prejuízo da sua reputação.
O estudo foi feito com inquéritos aos directores e aos responsáveis de riscos de 320 organizações em 29 países, todas com vendas de mais de 680 milhões de euros. Contrariamente a anos anteriores em que os riscos mais identificados pertenciam a riscos de operações ou financeiros, a importância da reputação é cada vez mais tangível..."

Neus Arques
tem-se debruçado insistentemente sobre a importância do controlo da visibilidade e da reputação das organizações na Web, bem como do chamado 'Marketing Pessoal' no ciberespaço.

E nos 'mundos virtuais' que importância assumem estas questões? E em Second Life?
Tanto no caso de 'pessoas' como de 'organizações', qual será a importância da reputação, do controlo da visibilidade e do marketing pessoal?
A gestão da imagem de um avatar é resolvida empírica ou estrategicamente?
Terá efeitos sobre a credibilidade e sociabilidade do mesmo?
Assumindo que nos chamados 'mundos virtuais' a função de auto-representação 3D é algo de inovador e crucial quando lá se 'nasce' e se 'vive', parece incontornável a reflexão sobre a gestão da reputação e da 'nossa' visibilidade (via avatar).

Dei por mim a pensar em todas as 'pessoas' (leia-se avatares) que 'conheço' e com quem 'convivo' em Second Life, e a tentar compreender e resumir qual a ideia que tenho sobre cada um deles! Deixando, para este efeito, de lado todos os avatares que conheço na RL, rapidamente consegui enumerar algumas variáveis que pesam na formação da minha opinião sobre eles:
- aspecto 'físico' (shape, skin, clothing, acessórios...)
- comunicação não verbal (gestures, behaviours, animations...)
- comunicação textual (chat, IM's, notecards,...)
- comunicação com voz (embora não tenha muitos dados porque raramente utilizo)

Analisados os tópicos, avatar a avatar, os padrões de coerência são impressionantes!
Mesmo sem conhecer a 'pessoa' por detrás do 'personagem', a replicação dos comportamentos individuais e sociais importados da RL parece ser maioritariamente assumida.
Ou seja, a auto-representação (ou a construção da 'imagem' e da 'reputação' de um avatar) parece ser meticulosamente estudada, muito provavelmente pelo treino da RL.
Em ambientes potencialmente 'abertos' e que apelam à criatividade, como Second Life, a 'ancoragem' aos processos de afirmação pessoal aprendidos na realidade são surpreendentemente os mesmos!

Certamente que, no caso de vir a conhecer uma a uma, cada uma das 'pessoas' que se 'escondem' em cada avatar, teria algumas surpresas pelas diferenças entre uns ('pessoas') e outros (avatares). O que certamente não seria uma grande surpresa seria a forma de abordagem à criação dos 'second selves', quase todos eles tão coerentes e tão previsíveis!
Lembrando o discurso de Sherry Turkle acerca dos utilizadores de MUD's e da sua impressionante capacidade de comutação entre várias 'personagens', a coisa até faz sentido...
O que faz menos sentido é a 'obssessão' da coerência, a tal que permite gerir a reputação e a credibilidade!

A crítica feita por várias vezes (e por vários autores) às organizações que seguem um processo semelhante, importando ingenuamente estratégias de marketing da realidade para os 'mundos virtuais', aplica-se na íntegra aos avatares.

Apetece-me arriscar, e dizer que basta de coerência e de previsibilidade!
É que a 'coisa' acaba mesmo por se tornar aborrecida...!
Surpreendam e surpreendam-se, arrisquem a vossa reputação!
(a Neus que me perdoe, mas essa pode até ser uma excelente estratégia de marketing pessoal inworld ;)